23 de novembro de 2015

Proposta de Tradução de Filipenses 2.5-8

Tenham em vocês a mesma mentalidade de Cristo Jesus, que, subsistindo em forma[1] de Deus, não ambicionou se prevalecer[2] do fato de ser igual a Deus[3]. Em vez disso, esvaziou a si mesmo, assumindo a forma[1] de servo, se tornando em semelhança[4] de homem, e, sendo encontrado em figura[5] humana, humilhou a si mesmo, se tornando obediente até a morte, e ainda morte de cruz.

— Paulo, apóstolo, em Filipenses 2.5-8.

[1] Do grego morphé: forma, formato, configuração: espera-se que um filho tenha morphén semelhante ao dos pais (Cf. Thayer's Greek Lexicon); p.ext. natureza.

[2] Do grego harpagmos: algo usado ou a usar em vantagem própria; objeto desejado ilegitimamente; espoliar (esp. por uso da força); algo pilhado ou a ser pilhado.

[3] Lit. não reputou o ser igual a Deus algo-a-espoliar.

[4] Do grego homoióma: forma em sentido comprativo, forma igual a, imagem como de.

[5] Do grego schéma: forma exterior; aspecto.

12 de novembro de 2015


Descobri uma coisa legal sobre o Google Drive (aplicativo de desktop), ele foi escrito em Python (veja aqui).


Suspeitei disso depois que casualmente recebi a seguinte mensagem dele: 'NoneType' object has no attribute 'close'. Me soou familiar, parecia uma mensagem típica de Python. Fui pesquisar na internet e confirmei, está em Python mesmo, a maior parte aparentemente.

10 de novembro de 2015

Semipresidencialismo brasiliano

O presidente poderia ser eleito por votação direta e o chanceler eleito pelo parlamento. O presidente seria o chefe de estado (responsável pelas relações internacionais e pelo comando das forças armadas), e o chanceler, chefe de governo.

A vantagem do parlamentarismo é que atenua o problema do financiamento das campanhas eleitorais, desatando parte do comprometimento escuso que fazem os chefes do executivo com aqueles que fazem doações eleitorais. Outra vantagem é que o chanceler deteria maioria no parlamento, facilitando as reformas e minorando a política de trocas espúrias entre executivo e legislativo.

9 de novembro de 2015

Na evolução das ideias da sociedade entendeu-se que o governo deveria ser tratado como poder público, uma vez que o poder governamental deveria se sujeitar ao "público", isto é, ao povo, a fim de impedir abusos dos governantes. Entretanto, a noção hoje deveria se elevar a outro patamar: conceber o governo como sendo de fato governo, pois embora esteja sujeito a um sistema democrático, ele não se presta a produzir riqueza para o povo.