6 de outubro de 2017

Há alguns dias discorri superficialmente acerca da divina coerção amorosa. Pois então, estou quase certo de que eu esteja no meio de um processo desses. Creio que os Céus editaram um gracioso decreto autorizador e obrigacional — melhor que uma aprovação é uma determinação de que aquilo deva acontecer. Se o édito foi de fato expedido, todas as coisas vão convergir inevitavelmente para o seu cumprimento. Mesmo as minhas atitudes, decisões e comportamentos serão dirigidos para esse fim, como se por um determinado período de tempo eu me tornasse uma pessoa melhor. Veremos.

26 de setembro de 2017

Agir contra a consciência não é seguro nem correto.

— Martinho Lutero (segundo se atribui).

21 de setembro de 2017

Encerrei o blog absurdeza. Sigo com este apenas.

11 de setembro de 2017

Esquerdistas têm uma fixação doentia por sexualizar as crianças.

— Percival Puggina, com adaptações.

5 de setembro de 2017

O problema da língua franca internacional

Outrora era o grego koiné que servia de língua comum entre povos distintos. Num outro momento, latim. Mais tarde, francês. E por fim, inglês, prevalente no mundo hoje.

Com a ascensão da China, eu me perguntava se o mundo todo acabaria tendo que tentar aprender aquela imensidão de confusos caracteres chineses. Mas dei uma olhada na minha bola de cristal e vi algo: no futuro a língua franca internacional deixará de ser um problema.

A própria necessidade de se estabelecer uma inter-língua desaparecerá. A evolução dos tradutores eletrônicos será tamanha que qualquer um poderá falar, ler e escrever em seu idioma nativo e ser compreendido com clareza em qualquer outro.

Na atualidade as máquinas ainda encontrem dificuldade de transmitir o sentido de uma oração, isto é, mostrar uma forma equivalente a ela na fala estrangeira, porque os mecanismos das diferentes línguas ainda estão sendo mapeados, e não se tem um domínio estrutural profundo delas. Até mesmo a maneira de se formular um raciocínio num idioma costuma ser distinto de outro, daí porque geralmente os computadores produzirem uma tradução que não soa natural aos ouvidos de fora. 


Não obstante, se um tradutor humano habilidoso consegue fazer essa ponte entre as diferentes linguagens, de modo a fazer que o sentido principal da expressão seja claramente compreensível em outra língua, os computadores também hão de conseguir isso, creio eu, através do aprendizado de máquina, em conjunto com a análise do chamado Big Data. Assim, grandes data centers mundo a fora vão se auto-programar para encontrar equivalências linguísticas entre os idiomas.

(Esse negócio é tão interessante que nem os programadores vão entender completamente os algoritmos tradutórios, como de fato já ocorre na área da inteligência artificial. Mas eu não temeria uma revolta das máquinas, antes, eu temo aquele que pode destruir tanto a alma como o corpo no inferno, Mateus 10.28.)

19 de agosto de 2017

Coerção amorosa

Vezes há que Deus em sua soberania conduz a vontade, o proceder e o agir de um filho seu, inclusive dirigindo as circunstâncias, durante certo tempo, a fim de que se cumpram os seus propósitos.

Por falta de um nome melhor, chamei de coerção amorosa. Durante o desenrolar do processo coercitivo, nem sempre se vê o agir certeiro dele conduzindo todas as coisas. Mas há algum tempo venho desenvolvendo certa percepção para isso. 
Noto os fatos à minha volta se encaixando, além de uma alteração no meu próprio padrão comportamental.

Se a ordem celeste é denegatória, é um tanto mais fácil de ser identificada. As variáveis circunstanciais se colocam como pequenos empecilhos, um a um, num encadeamento quase sequencial. Nesse caso, insistir é tolice e só vai trazer dor.

Já o decreto divino aprovador nem sempre é discernível de primeira. Mas nada como a aprovação celestial: Os caminhos se abrem, parece que a sorte bate na maioria das eventualidades. E sem se dar conta, as pessoas envolvidas atuam de acordo com o plano. Eu próprio sou empurrado a proceder de uma maneira melhor que a habitual, como se eu fosse uma pessoa melhor por certo período. O final, sem erro, é benigno para todos.

6 de agosto de 2017

Penso que o problema não é o glúten, mas o fato da farinha moderna ser refinada.